quarta-feira, 25 de novembro de 2015

Sono

A lua se levanta
e a noite
cai

De nossos quartos
com prazer
ensaiamos
a morte

O peso do dia em nós
esmaga nossas pálpebras
Cansados
desanimados
ou indiferentes
nos rendemos
ao sono

O trim de um relógio
ou um galo
nos chamam de novo
à vida

chateados
sonolentos
e sem reflexos
enfrentamos
o novo dia
Não é assim?

Nenhum comentário: