sexta-feira, 3 de outubro de 2008

A Unidade dos dois testamentos numa perspectiva hermenêutica

1. dois paraísos (árvore da vida [Gn 3,22; Ap 22,2]; os rios [Gn 2,10; Ap 22,2])

2. Ml 3,1 (Eis que envio o meu mensageiro); Mt 3,3 e Mc 1,2

3) Mateus começa falando da Gênesis de Jesus (1,1.18) referência ao Gênesis 1-11? E mais, ele cita (nesta ordem): Abraão, Isaac e Jacó (Gn 12-50); divide as gerações: Abraão a Davi – Davi ao exílio – do exílio a Jesus (14 gerações, em cada = 2x7).

4) O motivo do deserto é flagrante na Bíblia: em primeiro lugar, o êxodo (3,18). A partir daí, inúmeras referências: Dt 8,2; Sl 78,52; Os 2,14 e 13,5; Mt 3,1 e 4,1; Jo 6 (esp. v.31); Ap 12,6 e outros.

5) A criação do ser humano do barro e a volta ao pó: Gn 2,7; Ecl 3,20; Sl 104,29; Jo 9,6.

6) reelaborações baseadas em personagens: Noé como novo Adão (Gn 9,1-9); Josué como novo Moisés (Js 1); Elias como novo Moisés (1Rs 19 - testemunha no Horeb); Jesus como novo Moisés (Mt 2,16 e Ex 3,22; Jo 6,1 e Ex 14,21; Jo 6,2 e Ex 7-11); Jo 3,14 e Nm 21,9.

7) perspectiva numérica: êxodo (40 anos) – Jesus (40 dias no deserto); 12 tribos – 12 apóstolos – 12 estrelas (Ap 12) e a junção em Ap 21,12 e Lc 22,30.

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