terça-feira, 29 de novembro de 2016

Homenagem

Em luto pelo acidente....


sexta-feira, 25 de novembro de 2016

Estribos

Às vezes não consigo me apoiar nos estribos da lembrança porque o trote lento dos dias é docemente enganador. 

quarta-feira, 23 de novembro de 2016

Teólogos Protestantes

Alguns grandes Teólogos protestantes do Século XX

Karl BARTH – Basilea - 1886 -1968 - Basilea
Paul Johannes TILLICH – Starzeddel - 1886-1965 Chicago
Rudolf Karl BULTMANN – Wiefelstede – 1884 - 1976
Oscar CULLMAN – Strasbourg – 1902 – 1999 - Chamonix
Dietrich BONHOEFFER – Wroclaw – 1906 – 1945
Jürgen MOLTMANN – Hamburgo – 1926

domingo, 20 de novembro de 2016

Vida de Jesus: Cruz e Ressurreição

por Ronildson de Aquino
Estudante de Teologia


 A salvação não pode ser vista somente no acontecimento trágico da morte de Jesus na cruz, mas também em toda sua vida, vida que carrega a missão de anunciar o Reino de Deus e conseqüentemente um anúncio de uma nova imagem de Deus que constitui uma verdadeira “Boa Nova” para os pobres, pecadores, oprimidos e excluídos. 

A cruz faz parte de toda vida de Jesus, pois é uma vida de doação amorosa numa paixão ardente pelo Pai e o seu Reino. Quando encaramos que o “amor” é a palavra chave na obra da salvação, compreendemos que não há capítulos separados na vida de Jesus com mais ou menos importância. João começa a descrever a “Hora de Jesus” como pura conseqüência de quem ama, de quem ama até o fim (cf. Jo 13,1). Assim sendo, Jesus morreu na cruz para nos convencer de que o amor de Deus não conhece limites, nem mesmo o limite de se entregar na cruz por nós (cf. Rm 5, 6-8). 

Jesus com sua morte na cruz desfaz todo simbolismo que esta carregava de maldição e dá um novo sentido, isto é, que o amor de Deus se manifesta na loucura da Cruz! (cf. I Cor 1,18). A salvação da humanidade aconteceu dentro de um contexto histórico, político e religioso. Em relação a este último, a imagem de um Deus misericordioso que acolhe os pecadores, que faz festa com a volta do pecador e que, principalmente, ama de forma gratuita. Esse Deus não combina com o Deus do Templo, dos sacrifícios, da Lei... conforme era interpretado pelos doutores da Lei daquela época (o que pode acontecer também hoje). 

Com Jesus a profecia de Oseias: “Porque é amor que eu quero e não sacrifício, conhecimento de Deus mais do que holocaustos” (6,6; cf. Mt 9,13) torna-se um cumprimento, no sentido que ele experienciava e comunicava ao “pé da letra” e permitia às pessoas uma nova compreensão de um Deus Abbá. Tal conflito (mas não só este) desperta perseguição e ódio contra Jesus e pouco a pouco, o desperta para que perceba com certa precisão a sua morte (cf. Mc 8,31; Mt 16,21). 

O mais interessante é que Jesus não foge diante da realidade da morte que se aproxima, e sobe a Jerusalém (cf. Mc 10,32-34). Sua morte está totalmente ligada à sua vida e o que faz tal ligação é a maneira como ele vivia no sentido mais profundo e abrangente da palavra. Uma vida toda entregue a um ministério de amor e misericórdia, de modo preferencial aos pecadores, colocando-os como predecessores no Reino dos Céus (cf. Mt 21,31).

terça-feira, 15 de novembro de 2016

El Lazarillo de Tormes


Es una obra anónima, ha sido publicada en 1554. Pasase en la región de Extremadura. Es toda escrita en primera persona y tiene colores muy vivas. Así, prende el lector con mucha facilidad. Es bueno leer la obra y acompañar las descripciones del autor.

El libro cuenta la historia de Lázaro, un niño que nació en el Rio Tormes y, por eso, su apellido. Su vida es una vida de mala suerte. Su padre fue preso y después desapareció. Su madre, muy pobre, ha entregado Lázaro para un hombre ciego como su guía. Es cuando empezó su vida de dificultades.

Aún joven sale con el ciego por el mundo y sufre las peores desgracias. La más presente es el hambre.

Tras dejar el ciego va a servir un cura muy malo que también le niega comida. Sufre todas las desgracias con el y después va a ser servo de un escudero. Ni es necesario decir que el escudero también le trae cosas malas. Pero, sin embargo, el escudero no es malo, pero es un hombre que no quiere que las personas miren que es pobre y vive una vida de engaño. Al punto de Lázaro tener que coger o que comer para si y para el escudero.

Después ha ido vivir con un fraile que andaba mucho y Lázaro o dejó. Cosas chistosas acontecerán cuando Lázaro vivió con un buldero (hombre encargado de vender las “bulas”, documentos do papa que daban permiso para no respetar algunas de sus prohibiciones).

Este no ha sido su último trabajo ya que después ha trabajado con otro cura, con un aguacil y, entonces, se cambió en un pregonero. Cuando tenia dinero bastante, Lázaro se casó alcanzando buena suerte.